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	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 22:41:04 +0000</pubDate>
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		<title>ESPM, Pós Graduação, aula de Buzz Marketing</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2007 23:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe Barros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ESPM - Pós Graduação]]></category>

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		<description><![CDATA[Turma,
A aula do último sábado, sobre Buzz Marketing, está no link abaixo para download:
Aula 4 - Buzz Marketing
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Turma,</p>
<p>A aula do último sábado, sobre Buzz Marketing, está no link abaixo para download:</p>
<p><a href="http://www.onbranding.com.br/download/ESPM_MidiaOnline_LF_aula4.pdf">Aula 4 - Buzz Marketing</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>ESPM - Turma de Mídia Online, Pós Graduação</title>
		<link>http://www.onbranding.com.br/2007/11/19/espm-turma-de-midia-online-pos-graduacao/</link>
		<comments>http://www.onbranding.com.br/2007/11/19/espm-turma-de-midia-online-pos-graduacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 21:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe Barros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ESPM - Pós Graduação]]></category>

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		<description><![CDATA[Turma,
Como ainda não estou com acesso ao Blackboard vou disponibilizar aqui no blog as três aulas que já tivemos. Ainda hoje criarei a aba &#8220;Aulas&#8221; no blog, onde estará todo o conteúdo relacionado as aulas.
Qualquer dúvida é só entrarem em contato comigo por e-mail.
Aula 1 - Avaliação e Introdução
Aula 2 - Planejamento de Mídia Online
Aula [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Turma,</p>
<p>Como ainda não estou com acesso ao Blackboard vou disponibilizar aqui no blog as três aulas que já tivemos. Ainda hoje criarei a aba &#8220;Aulas&#8221; no blog, onde estará todo o conteúdo relacionado as aulas.</p>
<p>Qualquer dúvida é só entrarem em contato comigo por e-mail.</p>
<p><a href="http://www.onbranding.com.br/download/ESPM_MidiaOnline_LF_aula1.pdf">Aula 1 - Avaliação e Introdução</a></p>
<p><a href="http://www.onbranding.com.br/download/ESPM_MidiaOnline_LF_aula2.pdf">Aula 2 - Planejamento de Mídia Online</a></p>
<p><a href="http://www.onbranding.com.br/download/ESPM_MidiaOnline_LF_aula3.pdf">Aula 3 - Comunicação na Era 2.0</a></p>
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		<title>Como a Apple e a Microsoft lidam com os hackers</title>
		<link>http://www.onbranding.com.br/2007/09/11/como-a-apple-e-a-microsoft-lidam-com-os-hackers/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 20:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe Barros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Branding]]></category>

		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu no Engadget um comentário do VP de Marketing da Apple, Greg Joswiak, dizendo que a companhia vai adotar uma política &#8220;neutra&#8221; em relação aos hacks feitos no iPhone. 
O que isso significa? Quer a Apple não planeja tentar maliciosamente impedir que aplicações feitas por terceiros rodem no iPhone quando lançar seus pacotes de atualização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu no <a href="http://www.engadget.com">Engadget</a> um comentário do VP de Marketing da Apple, Greg Joswiak, dizendo que a companhia vai adotar uma política &#8220;neutra&#8221; em relação aos <em>hacks</em> feitos no iPhone. </p>
<p>O que isso significa? Quer a Apple não planeja tentar maliciosamente impedir que aplicações feitas por terceiros rodem no iPhone quando lançar seus pacotes de atualização do sistema. Essa declaração foi feita dias depois que <em>hackers</em> conseguiram desenvolver uma forma de <a href="http://gizmodo.com/gadgets/apple/iphone-software-unlock-confirmed-on-video-297651.php?autoplay=true">desbloquear o aparelho via <em>software</em></a>. Agora, qualquer proprietário do iPhone pode desbloquear o aparelho e usá-lo em qualquer operadora GSM, em qualquer lugar do mundo.</p>
<p>Essa atitude da Apple pode gerar um grande desconforto com a AT&#038;T. A empresa que possui exclusividade sobre o iPhone (pela qual ela paga alguns milhões a Apple) provavelmente esperava que sua exclusividade fosse garantida, porém, tranquiliza todos os consumidores que pretendem comprar um iPhone e usar em outras operadoras. </p>
<p>Numa atitude simetricamente oposta, a Microsoft passou a investir mais pesado contra a pirataria de seus softwares. Em 2006, lançou junto com um grande pacote de atualização uma que verificava se a cópia instalada do Windows XP era ou não original e, caso não fosse, o computador passava a alerta constantemente o usuário e o impedia de instalar novas versões de programas da Microsoft - mesmo os gratuitos. Não preciso nem contar a péssima repercussão que isso gerou para a marca, mesmo entre usuários com cópias originais.</p>
<p>Para mostrar que o OnBranding também é diversão, ouçam o diálogo de uma usuária pirata do Windows XP com o suporte técnico da Microsoft abaixo. (É longo, mas a diversão é garantida!).</p>
<div class="wpv_videoc">
<div class="wpv_video"><object data="http://www.youtube.com/v/iItSh0GnQnY" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="100%"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iItSh0GnQnY"></param></object></div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>A web 2.0 é uma ameaça a cultura?</title>
		<link>http://www.onbranding.com.br/2007/09/10/a-web-20-e-uma-ameaca-a-cultura/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 04:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe Barros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arts]]></category>

		<category><![CDATA[Longtail]]></category>

		<category><![CDATA[UGC]]></category>

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		<description><![CDATA[Pouco tempo atrás o Flávio Medeiros - amigo, redator da NBS e presidente do CCRJ - me mandou por e-mail uma entrevista feita recentemente pela revista Época com o Andrew Keen, um dos pioneiros da internet no ínicio da década de 1990.
Por mais contraditório que possa parecer, o Andrew Keen é um dos maiores críticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco tempo atrás o Flávio Medeiros - amigo, redator da NBS e presidente do CCRJ - me mandou por e-mail uma <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG78437-6010-481,00.html">entrevista feita recentemente pela revista Época com o Andrew Keen</a>, um dos pioneiros da internet no ínicio da década de 1990.</p>
<p>Por mais contraditório que possa parecer, o Andrew Keen é um dos maiores críticos do conteúdo gerado pelo consumidor.  Na entrevista e em seu mais recente livro &#8220;The Cult of the Amateur&#8221; ele discursa sobre como esse conteúdo é uma ameaça a cultura e afirma que as pessoas que geram conteúdo na internet são &#8220;profissionais frustados e amadores&#8221; que não criam nada de valor significativo para a nossa sociedade.</p>
<p>Eu discordo profundamente dele. Não acho que o conteúdo gerado por pessoas comuns seja uma ameaça para a cultura. É claro que existe muita porcaria nesse conteúdo, e seria inocência da minha parte afirmar o contrário, mas acredito também que o acesso as ferramentas de produção e distribuição permitem a sociedade conhecer trabalhos bárbaros de pessoas que não conseguiram (ainda) espaço na mídia convencional. Um exemplo é o <em>remake</em> de uma cena do filme Pulp Fiction feito em tipografia. O autor é um <a href="http://www.jarrattmoody.com/">estudante de Belas Artes</a>, que se forma apenas em 2008:</p>
<div class="wpv_videoc">
<div class="wpv_video"><object data="http://www.youtube.com/v/syf8olcM0z4" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="100%"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/syf8olcM0z4"></param></object></div>
</div>
<p>O trabalho desse estudante é, na minha opinião, uma obra de arte e apenas um dos muitos exemplos que recordo que me fazem achar o ponto de vista do Andrew Keen extremista . Na minha opinião, o conteúdo gerado por pessoas comuns não ameaçam a cultura - ameaçam apenas o modelo de negócio da indústria cultural - no momento que eles passam a desafiar seus ícones muitas vezes forçados através da constante aparição na mídia. Na área da música, por exemplo, surgiram bandas como o <strong>Arctic Monkeys</strong> e o <strong>Panic! At the Disco</strong>. </p>
<p>O conteúdo gerado por pessoas comuns também pode ser fonte de inspiração para outros artistas e produtores. Não sei se é esse o caso do videoclipe da banda uruguaia <strong>El Cuarteto de Nos</strong>, mas como ele surgiu depois, é bem possível.</p>
<div class="wpv_videoc">
<div class="wpv_video"><object data="http://www.youtube.com/v/y9LlnLTH87U" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="100%"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/y9LlnLTH87U"></param></object></div>
</div>
<p>E que esteja aberto o saudável debate sobre esse assunto aqui também!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pac-Man</title>
		<link>http://www.onbranding.com.br/2007/08/18/pac-man/</link>
		<comments>http://www.onbranding.com.br/2007/08/18/pac-man/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Aug 2007 20:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bronze</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Branding]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançado em 1979, o jogo Pac-Man é um símbolo dos anos 80, um marco da cultura digital.
Com isso, poderíamos discutir várias coisas, mas vou me ater hoje ao lançamento de um &#8220;produto&#8221;. Feito por fãs, foram divulgado padrões de pac-men feitos eh tricô. Para qualquer um reproduzir e ter seu próprio pac-man em casa. (link [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançado em 1979, o jogo <strong>Pac-Man</strong> é um símbolo dos anos 80, um marco da cultura digital.</p>
<p>Com isso, poderíamos discutir várias coisas, mas vou me ater hoje ao lançamento de um &#8220;produto&#8221;. Feito por fãs, foram <a href="http://fulloffluff.com/wordpress/2007/04/03/14/">divulgado</a> padrões de pac-men feitos eh tricô. Para qualquer um reproduzir e ter seu próprio pac-man em casa. (<a href='http://www.onbranding.com.br/download/crochered_pacman.pdf' title='crochered_pacman.pdf'>link para quem souber tricô</a>)</p>
<p>A idéia é muito legal e ressalta que independente de ser um jogo ou de ser datado, certas coisas conseguem manter seu público e viram ícones culturais.</p>
<p><a href='http://www.onbranding.com.br/wp-content/uploads/2007/08/wocka-wocak-nitted.jpg' title='Wocka Wocka' rel='lightbox'><img src='http://www.onbranding.com.br/wp-content/uploads/2007/08/wocka-wocak-nitted.thumbnail.jpg' alt='Wocka Wocka'></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Polishop</title>
		<link>http://www.onbranding.com.br/2007/07/02/polishop/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Jul 2007 13:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe Barros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Advertising]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo o post com um pedido de desculpas pela ausência. Os três colaboradores desse blog se ausentaram momentaneamente por motivos de força maior (leia-se férias, excesso de trabalho e entrega de projeto respectivamente, sem dar nome aos bois).
Para comemorar nossa volta com força total, vou falar sobre um dos maiores terrores e atrasos da propaganda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo o post com um pedido de desculpas pela ausência. Os três colaboradores desse blog se ausentaram momentaneamente por motivos de força maior (leia-se férias, excesso de trabalho e entrega de projeto respectivamente, sem dar nome aos bois).</p>
<p>Para comemorar nossa volta com força total, vou falar sobre um dos maiores terrores e atrasos da propaganda moderna: o<strong> infomercial</strong>. Para quem não sabe, infomercial é aquele programete irritante estilo Polishop, que dura horas a fio (às vezes são minutos, que mais parecem horas) explicando um produto e suas mil funções e com famigeradas pseudo promoções como &#8220;e se você ligar agora leva também essa oferta exclusiva&#8221;. Alguns &#8220;clássicos&#8221; do infomercial: meias Vivarina, facas Ginsu, AB Tronic e grill George Foreman. Dá arrepio só de lembrar esses nomes.</p>
<p>Uma das categorias mais difamadas pelos infomerciais é a de eletrodomésticos. Demonstrações nada criativas de como triturar todos os tipos de legumes, fazer sucos e moer carne usando um processador ou um liqüidificador. Se ainda fosse algo divertido e inusitado como o <a href="http://www.willitblend.com">Will it Blend?</a>, onde os apresentadores mostram o quão resistente é o liqüidificador triturando objetos inusitados, como bolinhas de golfe, bonecas Barbie e até iPods eu nem reclamava.</p>
<p>Para provar que nem uma categoria malfadada como essa, onde raramente os comerciais possuem um mínimo de criatividade, assistam logo abaixo um comercial da empresa francesa <a href="http://www.moulinex.com">Moulinex</a> que quebra com todos esses padrões. Divertido, inusitado, lúdico e ainda assim muito claro sobre quais são as funções do produto.</p>
<div class="wpv_videoc">
<div class="wpv_video"><object data="http://www.youtube.com/v/bgYn9JeE29Y" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="100%"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bgYn9JeE29Y"></param></object></div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Jogos: a nova arma da Apple (WWDC 07)</title>
		<link>http://www.onbranding.com.br/2007/06/12/jogos-a-nova-arma-da-apple-wwdc-07/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 19:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bronze</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Branding]]></category>

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		<description><![CDATA[O assunto do momento no mundo dos blogs é o keynote de Steve Jobs no WWDC 2007. Como sempre, Mr. Macintosh deu um show e deixou todos boquiabertos com as funções do novo Mac OS X Leopard. Mas o que realmente me deixou de olhos arregalados foi ver como a Apple cada vez mais quer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://www.onbranding.com.br/wp-content/uploads/2007/06/wwdc_ea.jpg' title='EA na WWDC' rel='lightbox[wwdc]'><img src='http://www.onbranding.com.br/wp-content/uploads/2007/06/wwdc_ea.thumbnail.jpg' alt='EA na WWDC' class='left'></a>O assunto do momento no mundo dos blogs é o <a href="http://www.apple.com/quicktime/qtv/keynote/"><em>keynote</em> de Steve Jobs no WWDC 2007</a>. Como sempre, Mr. Macintosh deu um show e deixou todos boquiabertos com as <a href="http://www.apple.com/macosx/leopard/">funções do novo Mac OS X Leopard</a>. <a href='http://www.onbranding.com.br/wp-content/uploads/2007/06/wwdc_id.jpg' title='id na WWDC' rel='lightbox[wwdc]'><img src='http://www.onbranding.com.br/wp-content/uploads/2007/06/wwdc_id.thumbnail.jpg' alt='id na WWDC' class='right'></a>Mas o que realmente me deixou de olhos arregalados foi ver como a Apple cada vez mais quer deixar de produzir apenas produtos para nichos e passar a competir diretamente pelos usuários de computador com empresas como Microsoft, Dell, IBM etc.</p>
<p><a href='http://www.onbranding.com.br/wp-content/uploads/2007/06/wwdc_wow.jpg' title='WoW rodando no Mac' rel='lightbox[wwdc]'><img src='http://www.onbranding.com.br/wp-content/uploads/2007/06/wwdc_wow.thumbnail.jpg' alt='WoW rodando no Mac' class='left'></a>Ontem, Steve Jobs iniciou sua apresentação falando sobre&#8230; games! A nova parceria com a <a href="http://www.ea.com/">Electronic Arts</a> (de Command &#038; Conquer) e a <a href="http://www.idsoftware.com/">id Software</a> (criadora do Quake) levou ao palco Bing Gordon, co-fundador da EA, e o lendário <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Carmack">John Carmack</a>, fundador da id. Fora o ícone do célebre World of Warcraft (MMO mais jogado no mundo) aparecendo no dock, e enquanto ele apresentava as funções do aplicativo Spaces.</p>
<p>Pouco mais de um ano atrás, a parceria com a Intel para desenvolver seus processadores foi o grande passo para uma mudança radical rumo a &#8220;popularizar&#8221; os computadores da Apple. Agora, com a possibilidade de rodar jogos consagrados e os preços da Apple estarem próximos ao dos PCs, a competição fica ainda mais dura para os concorrentes. Sem contar com a estratégia brilhante de <a href="http://www.apple.com/safari/">popularizar seu browser Safari</a>, criando uma versão para Windows, e tornar o Bootcamp (programa que permite rodar o sistema operacional Windows em computadores Macintosh) nativo no novo Mac OS X Leopard.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Imperdível: Novo Artigo sobre Mulher e Moda</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2007 22:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Fernandez</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Branding]]></category>

		<category><![CDATA[Moda]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando a realização da Fashion Week, no Rio, e da Fashion Business em São Paulo, nada mais oportuno do que falar de moda, de mulher e de marcas.  Por isso, não deixe de ler e de baixar o artigo Além do Espelho: o Relacionamento entre a Mulher e a Moda.  Quem escreve é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando a realização da Fashion Week, no Rio, e da Fashion Business em São Paulo, nada mais oportuno do que falar de moda, de mulher e de marcas.  Por isso, não deixe de ler e de baixar o artigo <strong><em>Além do Espelho: o Relacionamento entre a Mulher e a Moda</em></strong>.  Quem escreve é uma fera, Débora Figueiredo, que discorre com grande fluência e tripla autoridade, como mulher, como profissional de marketing e como estudiosa.  Débora é uma profissional diferenciada, daquelas cuja opinião tem peso. E não só por sua experiência de marketing mas, também, por seu preparo acadêmico.  Tem mais de nove anos de experiência em áreas de marketing e de desenvolvimento de negócios, atua em multinacional líder de mercado em seu ramo de atividade e, de quebra, ostenta um doutorado em Antropologia (pelo Kellogg Institute da Northwestern University de Chicago), um mestrado em Administração (pela PUC/SP) e, como quem não quer nada, mais uma pós-graduação em Marketing (desta vez, por Harvard).  Está esperando o quê? Confira já a novidade de peso na seção de Artigos do OnBranding e, claro, não deixe de comentar.</p>
<p><a href="http://www.onbranding.com.br/download/artigo2_alemdoespelho.pdf">Leia aqui em pdf!</a></p>
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		<item>
		<title>Além do Espelho: o Relacionamento entre a Mulher e a Moda</title>
		<link>http://www.onbranding.com.br/2007/06/06/novo-artigo-fala-sobre-a-mulher-contemporanea/</link>
		<comments>http://www.onbranding.com.br/2007/06/06/novo-artigo-fala-sobre-a-mulher-contemporanea/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2007 21:04:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Fernandez</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveito a semana do Fashion Rio para escrever sobre o relacionamento da mulher contemporânea com a moda. Utilizo a metáfora do “relacionamento” para propor uma ferramenta de análise, para profissionais de marketing e publicitários, que vai além de questões como fidelidade, conscientização de marca, qualidade percebida, personalidade, etc. 
A moda, assim como  muitos produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveito a semana do <em>Fashion Rio</em> para escrever sobre o <strong><em>relacionamento</em></strong> da mulher contemporânea com a moda. Utilizo a metáfora do “relacionamento” para propor uma ferramenta de análise, para profissionais de marketing e publicitários, que vai além de questões como fidelidade, conscientização de marca, qualidade percebida, personalidade, etc. </p>
<p>A moda, assim como  muitos produtos de consumo e objetos que exercem papel simbólico de identidade e de expressão de <strong><em>autoconceito</em></strong>*, provoca um alto grau de envolvimento. Além de servir como forma de controle do comportamento expressivo social e de proporcionar segurança, a moda é também uma fonte de prazer inesgotável e, paradoxalmente, uma grande geradora de tensão. </p>
<p>Vale lembrar que o envolvimento do consumidor com a maioria dos produtos é baixo (apesar de profissionalmente resistirmos, às vezes, a aceitar esse fato). Infelizmente, ou felizmente, não gastamos muito tempo pensando em detergentes, lâmpadas ou refrigeradores, apesar de seu uso diário. O envolvimento do consumidor com um produto não se dá apenas pelo risco associado ao seu uso ou pela conexão do produto ao autoconceito. O envolvimento resulta de motivações muito mais complexas. </p>
<p>Vejamos o processo de compra de um carro, por exemplo. Com a possível exceção dos mais entusiastas, o envolvimento com o produto é mais situacional que permanente. Durante o processo de compra, as fases de busca de informações, coleta de informação boca-a-boca, pesquisas diversas e<br />
avaliação das marcas (dentro de um repertório de opções) realmente geram um maior envolvimento.  Tal envolvimento é motivado pelo desejo de maximizar o resultado da compra em todos os aspectos.  Mas, uma vez efetuada a compra, o tempo gasto pensando no carro declina consideravelmente. No caso da moda, ao contrário, o envolvimento independe da situação de compra. O interesse é motivado pelo grau com que o objeto se relaciona ao “eu” e ao prazer proporcionado pelo produto. </p>
<p>O prazer no relacionamento entre a mulher e a moda está relacionado ao aumento da auto-estima e à sensação de poder (embelezamento e transformação). Por outro lado, também há tensão, a qual está ligada à grande ansiedade causada pela moda e pela excessiva preocupação com a auto-imagem. </p>
<p>Obviamente, não podemos deixar de falar das marcas nesta relação. A confiança é o principal elo que une a mulher à marca na moda e a principal<br />
responsável pela continuidade da relação. A confiança na marca traz um senso de segurança interior e permite a construção de expectativas. O que gera esse sentimento de segurança (e a conseqüente fidelidade à marca) é a sua previsibilidade. A confiança da mulher na marca na moda é a sua fonte de motivação.  A segurança proporcionada pela marca é, em última análise, o principal benefício esperado pela mulher.  Esse comprometimento une a mulher à marca. </p>
<p>O relacionamento da mulher com a moda é envolvido em constante conflito de emoções e em busca de satisfação, satisfação esta que nunca é atingida completamente. Existe um grande espectro de experiências, sentimentos e emoções que envolvem este relacionamento. As inquietações trazidas pela vida moderna estão longe de serem solucionadas e os prazeres andam junto com as inquietações. A satisfação caminha, lado a lado, com a angústia.</p>
<p>No relacionamento da mulher com a moda, sabemos que a diminuição da tensão é essencial para o sucesso de uma marca: mais consistência, mais atenção, mais realidade. O sentimento de previsibilidade e a confiança devem ser atingidos. Com isso, o prazer será aumentado e o relacionamento estabelecido.</p>
<p>A metáfora do <strong><em>relacionamento</em></strong> é uma importante ferramenta de diagnóstico para detectar forças e deficiências das marcas e, assim, alavancar as conexões entre a marca e o consumidor. Ao longo do tempo, o controle da qualidade do relacionamento auxilia no desenvolvimento (e na avaliação da efetividade) de  estratégias e ações de marketing. </p>
<p>De uns anos para cá, esta metáfora – <strong><em>relacionamento</em></strong> – tem sido, cada vez mais, uma fonte geradora de novas hipóteses e pesquisas sobre a formação de vínculos entre consumidores e produtos. Desta reflexão sistemática, pode derivar um melhor entendimento do complexo processo que liga (ou afasta) consumidores e marcas.<br />
Em breve, vamos falar mais sobre isso no OnBranding.com.</p>
<p><small>*autoconceito é a <font color="#8c2a2a">compreensão mental, conceitual e avaliação acerca de si mesmo; isto é, a somatória de todas as percepções e pensamentos de um indivíduo em relação a si</font>.</small></p>
<p><a href="http://www.onbranding.com.br/download/artigo2_alemdoespelho.pdf">Ou leia aqui em pdf!</a></p>
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		<title>Mídia Contextual e Publicidade</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2007 03:16:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Fernandez</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A licença para interromper um consumidor está cada dia mais difícil de obter.  Tendo sua atenção solicitada ou estimulada por tantos interesses diferentes, o consumidor cada vez mais presta menos atenção ou dá menos crédito à publicidade que interrompe a sua atividade.  Esta é uma observacão muito válida no Brasil e ainda mais em mercados mais avançados em termos de tecnologia e de distribuição de renda.  Quer dizer, quando entra um comercial, ou a atenção se esvai ou muda-se de canal; ou, como ocorre fora do Brasil, simplesmente elimina-se a possibilidade de haver um comercial.  Isso é possível com o uso de tecnologias de gravação, de seleção e de demanda de conteúdo, seja através do uso de dispositivos como o TiVo, seja através de produtos como a Apple TV.</p>
<p>Os marketeiros estão tendo que se virar para imaginar novas formas de conexão e novas técnicas de gerar envolvimento.  Uma das coisas que mais me intriga é a mídia contextual, aquela que entende o que o consumidor está fazendo naquele exato momento e lhe entrega, em formato que ele aceita receber, a informação sobre um determinado produto ou serviço.  Isso é o que ocorre, por exemplo, com os &#8220;links&#8221; patrocinados na &#8220;web&#8221;.</p>
<p>Uma coisa extraordinária é a quantidade de inteligência por trás da possibilidade de gerenciar a visibilidade do &#8220;site&#8221; do seu negócio na &#8220;web&#8221;.  Em mercados maduros, este é um ramo de consulltoria em franco crescimento.  Quer dizer, já há consultorias que são capazes de, compreendendo como funcionam os algoritimos de busca dos principais SEARCH ENGINES da &#8220;web&#8221; (Google, Yahoo etc.), propor estratégias para aumentar a visibilidade de um determinado &#8220;site&#8221;.  A idéia por trás é que, quando alguém fizer uma busca por um certo assunto correlacionável ao seu negócio, determinados truques, segredos, fórmulas e processos podem fazer com que o seu &#8220;site&#8221; fique mais ou menos visível, mais ou menos em cima da lista de resultados, quando termina a busca.</p>
<p>Como poucas pessoas vão além da primeira página do resultado de uma busca, vale muito mais dinheiro conseguir aparecer na primeira página.  Óbvio. Estamos no momento de começar a entender como lidar com esta nova modalidade de comunicação, a qual já está sendo chamada de SEM (Search Engine Marketing).  Parando para pensar, chega a ser diabólico como a matemática, a lógica, o poder de processamento e a velocidade de transmissão estão conseguindo, agindo juntas, produzir resultados de seleção que se parecem cada vez mais com uma busca inteligente e humana. E, com isso, entregar publicidade que o consumidor não apenas aceita receber mas que, na verdade, deseja receber.  Neste caso, a informação não representa uma intromissão e nem uma interrupção. Ao contrário, é completamente bem-vinda porque está dentro do contexto, do interesse da pessoa.</p>
<p>Se você quiser saber quem entende de SEM no Brasil, mãos à obra.  Faça sua busca na &#8220;web&#8221; e veja o que descobre&#8230;<br />
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