Trendsetter vs. Trendspreader
Muitas marcas buscam se comunicar com os trendsetters, na esperança de que seu produto caia no gosto deles e que eles ajudem a formar a opinião da parte de baixo da pirâmide de consumo influenciando a grande massa.
Para aqueles que estudam o comportamento do consumidor e como funciona a dinâmica de influência, isso soa cada vez mais forçado e pouco eficiente. Grandes autores como o Georges Chetochine (do livro Buzz Marketing) e o Seth Godin (de vários livros!) demonstraram que apesar dos trendsetters estarem no topo da pirâmide e serem de fato os early adopters, nem sempre são eles quem de fato ajudam a espalhar algo para as massas.
Já os trendspreaders não são os primeiros a adotar algo, porém, por serem grandes hubs (pessoas com grande número de contatos e credibilidade em seus círculos sociais), conseguem espalhar conteúdos com grande eficiência.
O Seth Godin postou em seu blog um vídeo que demonstra isso de uma forma simples e brilhante. Nele, uma pessoa começa (o trendsetter) a dançar sozinho em um festival de música. Depois de um tempo, ganha a companhia de uma outra pessoa (que não possui um papel marcante no processo). Com 55 segundos de vídeo aparece uma terceira pessoa (o trendspreader) e rapidamente tudo muda.
Deixo o vídeo e a pergunta: Não é com esse terceiro cara que as marcas querem falar? Para chegar neles é preciso atingir antes um trendsetter ou podemos ir direto nele, de uma maneira mais eficiente e sem dispersão da nossa mensagem?
2 Comments , Comment or Ping
RENATO BITTENCOURT
Muito bom.
Jul 7th, 2009
Lucas
heheh … acredito que seja o 3º cara… porque dá uma olhada aqui http://www.chmkt.com.br/2009/06/um-inicia-o-outro-atrai-multidao.html ele simplesmente falou um pouco diferente de vc… e veja a quantidade de comentarios q ele já tem…
Jul 31st, 2009
Reply to “ Trendsetter vs. Trendspreader ”