Jogos: a nova arma da Apple (WWDC 07)

EA na WWDCO assunto do momento no mundo dos blogs é o keynote de Steve Jobs no WWDC 2007. Como sempre, Mr. Macintosh deu um show e deixou todos boquiabertos com as funções do novo Mac OS X Leopard. id na WWDCMas o que realmente me deixou de olhos arregalados foi ver como a Apple cada vez mais quer deixar de produzir apenas produtos para nichos e passar a competir diretamente pelos usuários de computador com empresas como Microsoft, Dell, IBM etc.

WoW rodando no MacOntem, Steve Jobs iniciou sua apresentação falando sobre… games! A nova parceria com a Electronic Arts (de Command & Conquer) e a id Software (criadora do Quake) levou ao palco Bing Gordon, co-fundador da EA, e o lendário John Carmack, fundador da id. Fora o ícone do célebre World of Warcraft (MMO mais jogado no mundo) aparecendo no dock, e enquanto ele apresentava as funções do aplicativo Spaces.

Pouco mais de um ano atrás, a parceria com a Intel para desenvolver seus processadores foi o grande passo para uma mudança radical rumo a “popularizar” os computadores da Apple. Agora, com a possibilidade de rodar jogos consagrados e os preços da Apple estarem próximos ao dos PCs, a competição fica ainda mais dura para os concorrentes. Sem contar com a estratégia brilhante de popularizar seu browser Safari, criando uma versão para Windows, e tornar o Bootcamp (programa que permite rodar o sistema operacional Windows em computadores Macintosh) nativo no novo Mac OS X Leopard.

Published by Bronze on June 12th, 2007 | Filed under Branding
  • Digg
  • del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati

Imperdível: Novo Artigo sobre Mulher e Moda

Aproveitando a realização da Fashion Week, no Rio, e da Fashion Business em São Paulo, nada mais oportuno do que falar de moda, de mulher e de marcas. Por isso, não deixe de ler e de baixar o artigo Além do Espelho: o Relacionamento entre a Mulher e a Moda. Quem escreve é uma fera, Débora Figueiredo, que discorre com grande fluência e tripla autoridade, como mulher, como profissional de marketing e como estudiosa. Débora é uma profissional diferenciada, daquelas cuja opinião tem peso. E não só por sua experiência de marketing mas, também, por seu preparo acadêmico. Tem mais de nove anos de experiência em áreas de marketing e de desenvolvimento de negócios, atua em multinacional líder de mercado em seu ramo de atividade e, de quebra, ostenta um doutorado em Antropologia (pelo Kellogg Institute da Northwestern University de Chicago), um mestrado em Administração (pela PUC/SP) e, como quem não quer nada, mais uma pós-graduação em Marketing (desta vez, por Harvard). Está esperando o quê? Confira já a novidade de peso na seção de Artigos do OnBranding e, claro, não deixe de comentar.

Leia aqui em pdf!

Published by Bernardo Fernandez on June 6th, 2007 | Filed under Branding, Moda
  • Digg
  • del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati

Mídia Contextual e Publicidade

A licença para interromper um consumidor está cada dia mais difícil de obter. Tendo sua atenção solicitada ou estimulada por tantos interesses diferentes, o consumidor cada vez mais presta menos atenção ou dá menos crédito à publicidade que interrompe a sua atividade. Esta é uma observacão muito válida no Brasil e ainda mais em mercados mais avançados em termos de tecnologia e de distribuição de renda. Quer dizer, quando entra um comercial, ou a atenção se esvai ou muda-se de canal; ou, como ocorre fora do Brasil, simplesmente elimina-se a possibilidade de haver um comercial. Isso é possível com o uso de tecnologias de gravação, de seleção e de demanda de conteúdo, seja através do uso de dispositivos como o TiVo, seja através de produtos como a Apple TV.

Os marketeiros estão tendo que se virar para imaginar novas formas de conexão e novas técnicas de gerar envolvimento. Uma das coisas que mais me intriga é a mídia contextual, aquela que entende o que o consumidor está fazendo naquele exato momento e lhe entrega, em formato que ele aceita receber, a informação sobre um determinado produto ou serviço. Isso é o que ocorre, por exemplo, com os “links” patrocinados na “web”.

Uma coisa extraordinária é a quantidade de inteligência por trás da possibilidade de gerenciar a visibilidade do “site” do seu negócio na “web”. Em mercados maduros, este é um ramo de consulltoria em franco crescimento. Quer dizer, já há consultorias que são capazes de, compreendendo como funcionam os algoritimos de busca dos principais SEARCH ENGINES da “web” (Google, Yahoo etc.), propor estratégias para aumentar a visibilidade de um determinado “site”. A idéia por trás é que, quando alguém fizer uma busca por um certo assunto correlacionável ao seu negócio, determinados truques, segredos, fórmulas e processos podem fazer com que o seu “site” fique mais ou menos visível, mais ou menos em cima da lista de resultados, quando termina a busca.

Como poucas pessoas vão além da primeira página do resultado de uma busca, vale muito mais dinheiro conseguir aparecer na primeira página. Óbvio. Estamos no momento de começar a entender como lidar com esta nova modalidade de comunicação, a qual já está sendo chamada de SEM (Search Engine Marketing). Parando para pensar, chega a ser diabólico como a matemática, a lógica, o poder de processamento e a velocidade de transmissão estão conseguindo, agindo juntas, produzir resultados de seleção que se parecem cada vez mais com uma busca inteligente e humana. E, com isso, entregar publicidade que o consumidor não apenas aceita receber mas que, na verdade, deseja receber. Neste caso, a informação não representa uma intromissão e nem uma interrupção. Ao contrário, é completamente bem-vinda porque está dentro do contexto, do interesse da pessoa.

Se você quiser saber quem entende de SEM no Brasil, mãos à obra. Faça sua busca na “web” e veja o que descobre…
:-)

Published by Bernardo Fernandez on June 6th, 2007 | Filed under Advertising, Longtail
  • Digg
  • del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati