Muitas marcas buscam se comunicar com os trendsetters, na esperança de que seu produto caia no gosto deles e que eles ajudem a formar a opinião da parte de baixo da pirâmide de consumo influenciando a grande massa.
Para aqueles que estudam o comportamento do consumidor e como funciona a dinâmica de influência, isso soa cada vez mais forçado e pouco eficiente. Grandes autores como o Georges Chetochine (do livro Buzz Marketing) e o Seth Godin (de vários livros!) demonstraram que apesar dos trendsetters estarem no topo da pirâmide e serem de fato os early adopters, nem sempre são eles quem de fato ajudam a espalhar algo para as massas.
Já os trendspreaders não são os primeiros a adotar algo, porém, por serem grandes hubs (pessoas com grande número de contatos e credibilidade em seus círculos sociais), conseguem espalhar conteúdos com grande eficiência.
O Seth Godin postou em seu blog um vídeo que demonstra isso de uma forma simples e brilhante. Nele, uma pessoa começa (o trendsetter) a dançar sozinho em um festival de música. Depois de um tempo, ganha a companhia de uma outra pessoa (que não possui um papel marcante no processo). Com 55 segundos de vídeo aparece uma terceira pessoa (o trendspreader) e rapidamente tudo muda.
Deixo o vídeo e a pergunta: Não é com esse terceiro cara que as marcas querem falar? Para chegar neles é preciso atingir antes um trendsetter ou podemos ir direto nele, de uma maneira mais eficiente e sem dispersão da nossa mensagem?
Ontem, dia 10/Junho, a cidade de São Paulo conseguiu bater o recorde histórico de engarrafamento. A marca que não é nenhum orgulho para a cidade ou sua população foi atingida graças a combinação véspera de feriado + chuva + excesso de carros na rua.
A primeira variável me parece impossível de ...
Na verdade é só uma parte do tempo deles. Por três meses.
Detalhe:
The winning bidder will receive a creative presentation developed by our interns over a three month period, consisting of strategies, recommended brand positioning and concepts.
Eles tão vendendo só o pensamento estratégico e conceito criativo.
Não basta ser uma idéia ...
O Seth Godin* fez um post em seu blog no último dia 20/abril com algumas provocações e previsões do futuro, mas uma delas em particular me chamou a atenção. Vou arriscar aqui a tradução tentando não deturpar o sentido do que ele escreveu:
Já notou que nas especificações da maioria dos ...
Como manter o público interessado? A resposta a essa pergunta vale muito mais do que 1 milhão de dólares para todos os grandes produtores de conteúdo, como emissoras de televisão, gravadoras de música, estúdios de cinema, rádios, jornais e revistas. Todos estão tendo seus modelos de negócio profundamente afetados pela ...
Ontem o The Barbarian Group postou no blog a história de seu envolvimento com o projeto do site Subservient Chicken, contando o desenvolvimento de cada etapa e como fizeram para adaptar a idéia à realidade tecnológica da época.
No mínimo, esclarecedor, e é sempre bom ler (de uma fonte confiável) o ...
Podemos encontrar diversas (e diferentes!) definições do que é Marketing. Tem na Wikipedia, nos livros do Philip Kotler, no Aurélio, nas aulas de faculdade... Nenhuma definitiva, isso dá para assegurar.
Eis que estou lendo um artigo do Alex Bogusky, o B da Crispin Porter+Bogusky, sobre as agências spin-offs da sua, e ...
A Casa Branca está com uma iniciativa muito legal no ar.
Eles criaram um espaço no site abrindo espaço para perguntas sobre a pela internet, pedindo, inclusive, para que as pessoas mandem pequenos vídeos de suas perguntas quando possível. Além disso, é possível votar nas contribuições dos outros.
Amanhã o presidente Obama ...
Mais uma ótima palestra no TED.